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Eletroimã Industrial – Detalhamento

Em 1831, o físico dinamarquês Hans Christian Oersted publicou um ensaio onde previu a existência de uma relação entre corrente elétrica e magnetismo, porém, esta relação ainda não havia sido comprovada experimentalmente. Após diversos estudos, Oersted criou um aparato experimental que se resumia a um circuito elétrico com alta corrente elétrica. Ao posicionar uma bússola próxima ao condutor nada ocorreu, mas ao ligar o circuito a bússola sofreu uma desorientação instantânea. Mais tarde, percebeu que, ao colocar materiais ferromagnéticos no interior deste campo pode-se obter imãs semelhantes a imãs comuns, porém, de caráter temporário, ou seja, somente quando existe uma corrente elétrica passando. E assim foi criado o primeiro eletroímã.

Desta forma, eletroímãs são um tipo de imã não permanente que utiliza uma corrente elétrica para gerar um campo magnético. Estes equipamentos são usados em diversos aparelhos como motores, campainhas, alto-falantes, disjuntores, entre outros. Na indústria são utilizados em diversos segmentos, como por exemplo, no transporte de cargas, elevação de equipamentos, fixação de peças, redução de pressão de molas, etc.

Os eletroímãs atuais são equipamentos formados por uma fonte de energia elétrica, um fio elétrico em forma de solenoide e um núcleo. Para que este funcione adequadamente, deve-se aplicar o solenoide em volta do núcleo, que deve ser um material ferromagnético. Quando uma tensão é submetida ao fio, isto é, a fonte é ligada, este é percorrido por uma corrente elétrica que irá gerar um campo magnético na área. A intensidade deste campo e distância que ele irá atingir dependem do número de espiras do solenoide e da intensidade da corrente aplicada. Desta forma, a passagem da corrente pelo solenoide produz um campo magnético que estabelece um fluxo magnético no núcleo. Assim, após ligado o material ferromagnético utilizado possuirá características de um imã permanente. Este eletroímã, quando em funcionamento, poderá apresentar campo magnético constante ou variável dependendo da corrente utilizada (contínua ou alternada). Ao se interromper a passagem de corrente, o fluxo magnético é cessado, retornando as propriedades magnéticas iniciais do material.

Se comparados com imãs comuns, possuem a vantagem de exercer ação magnética apenas quando sofrerem ação de uma corrente elétrica, isto é, podem ser ligados e desligados, possuem a capacidade de ter sua força magnética regulada, aumentando e reduzindo sua imantação, através do controle da intensidade da corrente elétrica e podem ter sua polaridade invertida, podendo assim mudar de atração para repulsão e vice-versa, através da inversão do sentido da corrente.

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22 de agosto de 2017
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