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Ima de neodimio – Metais de terras

Metais de terras-raras são os 17 elementos que atualmente estão revolucionando o mercado de equipamentos industriais e eletroeletrônicos. Cério, gadolínio, lutécio, promé­cio, érbio, sa­mário,­ térbio, dis­prósio, hólmio, túlio, itérbio, lantânio, neodímio, praseodímio, európio, escândio e ítrio, são todos os elementos classificados como terras-raras. O primeiro elemento terras raras, o itérbio, foi descoberto em 1787 em Estocolmo (Suécia) e o último foi o promécio em 1974, identificado nos produtos resultantes da fissão do urânio, em bombas atômicas.

Atualmente a China detém as maiores reservas de terras raras do mundo e o Brasil, com 22 milhões de toneladas está em segundo lugar. Estes elementos hoje são extremamente estratégicos pois com eles pode se criar alternativas de geração de energia limpa e produzir motores automotivos elétricos tão ou mais eficientes que os motores a combustão. Quem mais investe neste segmento de produção de energia limpa e motores elétricos é a empresa privada Tesla.

Mas o uso dos metais de terras raras não se restringe a apenas motores elétricos e geradores, no formato de ímã de neodímio. Encontramos estes elementos nos catalisadores (automotivos, refino de petróleo, controle de poluição do ar e filtragem de água), imãs permanentes em sistemas de som ou de geração de imagens médicas, monitores e televisões LCD, telas de celulares, lâmpadas fluorescentes, LED e lâmpadas de vapor de mercúrio. Os ímãs de neodímio estão nos equipamentos de ressonância magnética, imagens de raio X, lasers cirúrgicos e tomografia computadorizada.

Na indústria eles são levantadores magnéticos para chapas e outros objetos metálicos, extratores de sucata, separadores, filtros magnéticos para sólidos e líquidos, barras de engate para reboques em que o ímã de neodímio é colocado em cada haste facilitando encontrar a posição correta de cada uma, pinças magnéticas, adesivos magnéticos, etc. Com ímãs de neodímio, todos estes equipamentos se tornam extremamente econômicos, pois não necessitam de energia elétrica para funcionar. A maioria dos equipamentos ainda dispensam atividades de manutenção, salvo os equipamentos como filtros ou separadores sem processo de autolimpeza, que necessitam ter as impurezas removidas frequentemente e os únicos cuidados que devem ser tomados é não aquecer acima da temperatura máxima suportada e evitar impactos, pois estes fatores podem remover o magnetismo deles.

19 de março de 2018
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