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Magnetos industriais

Magnetos industriais são parte do dia a dia de nossas vidas através de inúmeras aplicações. Entretanto, quando pensamos em ímãs, a primeira imagem que visualizamos são as dos ímãs de geladeiras, mas eles estão próximos a nós em muitas outras formas. Alguns magnetos são formados naturalmente, outros são feitos industrialmente e podem ser classificados como permanentes ou temporários.

Os primeiros magnetos eram pedaços de magnetita, encontrados ao acaso. Os navegadores chineses usavam pequenos pedaços de ferro e magnetita como bússolas, há mais de 1.000 anos atrás. No inicio dos anos 1600 começaram a aparecer estudos modernos sobre magnetismo com o trabalho de William Gilbert, quando ele determinou que a Terra possuía magnetismo e este magnetismo poderia ser alterado através de processos externos.

Desde então os magnetos ganharam cada vez mais espaço no que diz respeito a utilidades domésticas e industriais. Eles possuem os mais variados tamanhos, desde pequeninos ímãs usados em eletrônicos como, por exemplo, os autofalantes dos smartphones até gigantescos ímãs usados em aceleradores de partículas. A força magnética também varia bastante, sendo que o magneto usado na porta dos refrigeradores possui 1/10 de Tesla (Tesla é a unidade de indução magnética), e o magneto usado em 2001 pelo U.S. Department of Energy’s Berkeley Lab, possuía 14,7 Tesla e era usado desviar rotas de partículas atômicas de alta velocidade.

Nos processos de fabricação mais variados, os magnetos industriais desempenham papéis extremamente importantes, trabalhando como sistema de proteção em processos de moagem, na forma de extratores magnéticos, fabricados com ímãs permanentes, com circuitos eletromagnéticos ou filtros magnéticos fabricados com ímãs permanentes para a produção de bebidas ou no beneficiamento de grãos. Para a eletrônica os ímãs permanentes de Neodímio foram um dos componentes que permitiram a redução de tamanho de muitos equipamentos eletrônicos, como por exemplo os autofalantes em geral, os computadores pessoais ou Ultrabooks e os finíssimos televisores de LED.

13 de abril de 2018
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